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O que rolou em 2017 e o que esperar de 2018

O que rolou em 2017 e o que esperar de 2018

O ano de 2017 vai dando adeus e o de 2018 vem que vem. Os últimos 12 meses foram marcados por muitas aberturas, especialmente de hamburguerias. A onda do sandubão gourmet ainda deve durar, mas como sempre, o mercado é que definirá quem são os bons que merecem desfrutar de mais tempo de vida. Afinal, manter padrão e se destacar na multidão é para poucos.

Venice: o sanduíche de frango orgânico do Páprica.
Venice: o sanduíche de frango orgânico do Páprica.

Teve a segunda unidade do Páprica (Eixo Monumental), as estreias do Ricco Burger (306 Sul), do The Black Beef (de Maceió e que já tem duas unidades, na 402 Sul e na 302 do Sudoeste) e do B de Burger (do Rio de Janeiro, na 402 Sul). Teve food trucks candangos, como o Geleia (106 do Sudoeste) e o Belgrado (107 Norte), virando loja. E teve a consolidação do Parrilla Burger (408 Sul) e do estilo smash de preparar a carne.

O ano de 2017 também guardou boas surpresas, especialmente para o chef André Castro e para o bartender Gustavo Lima Guedes. Para mim, eles foram os destaques no ano. André levou seu Authoral à conquista de prêmios na revista Encontro e Veja Comer & Beber. E ainda ganhou a notícia de que em poucos meses será papai novamente. Mas não é só Malu que chega em 2018. Um novo restaurante com assinatura do chef está à caminho.

Já Gustavo brilhou em dois concursos badalados de coquetelaria. Estudioso que só ele, representou Brasília com maestria e provou que a capital da República é muito mais que política. E ele já está classificado novamente para o Diageo World Class. O moço também assinou várias cartas de drinques: Contê, Otramanera, Nakombi, Saveur Bistrô, Cantucci, Ouriço e Rio Bistrô Lounge.

Para 2018, fico no aguardo do restaurante do Paulo Tarso e do novo do chef André Castro. Também esperando pela terceira unidade do Páprica e do The Black Beef, ambas em Águas Claras. Essa deve acontecer ainda em janeiro.

E, mais do que tudo, desejo que tenhamos mais casas com preço justo, porque, afinal de contas, estamos em crise e não está nada barato sair para comer fora. Oremos por dias melhores e mais criatividade para driblar as dificuldades e termos boa comida com valores mais amigos.

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